FILMES 06
um título entre // [barras] indica revisão
a cotação vai de * a ***** estrelas, com meios (1/2):
***** = obra-prima, me curvo em reverência
****1/2 = excelente/maravilhoso/fantástico/etc, nutro grande admiração
**** = ótimo/muito bom, gosto muito
***1/2 = bem bom, bastante razoável, gosto bastante
*** = gosto, mas sem muito entusiasmo
**1/2 = nem exatamente bom, nem exatamente ruim - não gosto tanto ou não desgosto tanto
** = nao gosto, mas ainda vejo algo digno de nota aqui ou ali
*1/2 = não gosto nem um pouco, nem do filme como um todo, nem de quase nada dele em particular
* = acho horroroso, ofensivamente ruim, odeio
as atualizacões mais recentes estão lá embaixo
001. (3 jan) O EXORCISMO DE EMILY ROSE [The Exorcism of Emily Rose, de Scott Derrickson. EUA, 2005.] ***
Não é exatamente um filme de terror que "assusta", que "aterroriza" -- mas até aí não me sinto culpado por não ver problemas nisso, já que esse também não é exatamente um "filme de terror". O decorrer da ação majoritariamente no tribunal deve surpreender a muitos, para um filme que se chama "O Exorcismo de Emily Rose" -- é apropriado, no entanto, uma vez que se pretende antes de tudo pensar, discutir. O filme (ainda bem) não opta por ignorar as inúmeras fitas de terror com essa temática específica ("O Exorcista" e seus derivados), e se posiciona muito mais justamente a pensá-las e discuti-las do que meramente a copiá-las. A engrenagem é algo da natureza mais simplória e está lá o tempo todo, nítida pra quem quiser ver. O padre autor das sessões de exorcismo é acusado de negligência, o que conseqüentemente teria causado a morte da jovem possuída. No tribunal, a voz do promotor -- que fala pelo povo, e é católico praticante -- é também a voz da "racionalidade", daqueles que rejeitariam imediatamente a idéia de que demônios possuiriam uma garota qualquer; e a voz da advogada -- que fala pelo padre acusado, e é agnóstica -- é também a voz da "espiritualidade". Iríamos, assim, lenta e juntamente com cada personagem, não necessariamente "questionando nossas crenças", mas ao menos (o que é até mais divertido) confirmando por que ou não nos assustamos ou nos impressionamos com essas histórias sobre demônios encarnados e palavrões em aramaico. O filme não é cem por cento bem-sucedido nessa pretensão, o que de alguma forma invalida o "lenta e juntamente com cada personagem", mas ainda assim gosto da idéia da coisa toda, e aí entra também o meu fraco por filmes de tribunal -- o discurso de Laura Linney no final pode até ser batido, manjado etc, mas é também muito legal.
002. (4 jan) /2001 - UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO/ [2001 - A Space Odissey, de Stanley Kubrick. EUA, 1968.] sem nota
003. (4 jan) /UM ESTRANHO NO NINHO/ [One Flew Over the Cucko´s Nest, de Milos Forman. EUA, 1975.] ****1/2
004. (5 jan) ATA-ME! [!Ata-me!, de Pedro Almodóvar. Espanha, 1990.] ****
005. (5 jan) OS PRODUTORES [The Producers, de Susan Storman. EUA, 2005.] *1/2
006. (6 jan) OS 39 DEGRAUS [The 39 Steps, de Alfred Hitchcock. Inglaterra, 1935.] ***1/2
007. (7 jan) A ESTALAGEM MALDITA [Jamaica Inn, de Alfred Hitchcock. Inglaterra, 1939.] **1/2
008. (7 jan) SOLDADO ANÔNIMO [Jarhead, de Sam Mendes. EUA, 2005.] **
009. (8 jan) SABOTADOR [Saboteur, de Alfred Hitchcock. EUA, 1942.] ***1/2
011. (9 jan) REBECCA - A MULHER INESQUECÍVEL [Rebecca, de Alfred Hitchcock. EUA, 1940.] *****
012. (9 jan) /REBECCA - A MULHER INESQUECÍVEL/ [Rebecca, de Alfred Hitchcock. EUA, 1940.] *****
013. (9 jan) /2046 - OS SEGREDOS DO AMOR/ [2046, de Wong Kar Wai. China/França/Alemanha/Hong Kong, 2004] **1/2
010. (9 jan) /UM CORPO QUE CAI/ [Vertigo, de Alfred Hitchcock. EUA, 1958.] *****
014. (10 jan) SABOTAGEM [Sabotage, de Alfred Hitchcock. Inglaterra, 1936.] ***
015. (11 jan) AGENTE SECRETO [Secret Agent, de Alfred Hitchcock. Inglaterra, 1936.] **1/2
016. (12 jan) ASSASSINATO [Murder!, de Alfred Hitchcock. Inglaterra, 1930.] sem nota
Problemas no DVD
017. (13 jan) /PSICOSE/ [Psycho, de Alfred Hitchcock. EUA, 1960.] ****
018. (18 jan) /AMOR EM JOGO/ [Fever Pitch, de Peter & Bobby Farrely. EUA, 2004.] ****1/2
019. (23 jan) /MATCH POINT/ [idem, de Woody Allen. EUA, 2005.] ****
Crimes e Pecados Redux, com (se não tudo, quase) tudo que poderia haver de positivo e negativo numa empreitada do tipo. Pendendo revisão.
020. (25 jan) /A ROSA PÚRPURA DO CAIRO/ [The Purple Rose Of Cairo, de Woody Allen. EUA, 1984.] ****1/2
021. (30 jan) E SE FOSSE VERDADE [Just Like Heaven, de Marc Forster. EUA, 2005.] **
022. (31 jan) A MARCHA DOS PINGUINS [La Marche de L´empereur, de Luc Jacquet. FRA, 2005.] **
023. (31 jan) CRIME DELICADO [idem, de Beto Brant. BRA, 2005.] ***
Depois de devidamente enxugadas algumas idéias paralelas que, tenho a impressão, não interessam muito ao diretor, o que se tem é um manifesto de Beto Brant a e em favor do artista e da arte. O que poderia facilmente resultar num tiro no pé, caso fosse adotado um tom de autopromoção/autodefesa; felizmente, no geral é bem menos "agressivo" e tolo do que isso. O protagonista é um conhecido crítico de jornal, homem solitário que, cansado de viver em "terceira pessoa" - num momento de especial infelicidade do roteiro, diferencia-se Crítico e Artista dessa forma -, apaixona-se pela musa de um pintor. Ela, ofendida pela visão do crítico em relação ao artista (segundo ele, um fetichista que não faz arte, mas pornografia, e a usa para realizar suas fantasias), o acusa de estupro. Seria o crime delicado do título, e no livro que inspirou o filme provavelmente é - já que há o artigo "Um" antes -- mas Brant decidiu por retirar esse artigo, então está longe de ser um absurdo pensar que para o diretor o "crime delicado" é, também, o comportamento do crítico ao julgar o artista dessa forma. Brant, esperto, usa a montagem a seu favor (em ambos os sentidos, nesse caso), só nos mostrando o processo de criação do pintor no fim do filme, depois de desenrolada toda a trama. Ou seja, dá ao espectador (cuja tendência natural, acredito, é posicionar-se ao lado do homem apaixonado) tempo para tirar - junto com o protagonista - suas conclusões a respeito do artista, e só depois explicita a relação dele com sua musa. Essas seqüências resultam em interessante material para reflexão - sobre julgamentos precipitados, processo de criação, o que é válido ou não em arte etc. O preto-e-branco utilizado nas cenas passadas no tribunal e na redação do jornal (provavelmente rodadas durante o dia) revela uma preocupação bacana do diretor com a uniformidade da imagem de seu filme, que é, à exceção dessas, inteiramente feito de seqüências noturnas. No mais, ainda é bom ver adaptações que partem do material adaptado para outros caminhos (no caso, até bem pessoais) e não simplesmente o filmam.
024. (1 fev) DIZEM POR AÍ... [Rumor has it..., de Rob Reiner. EUA, 2006.] *1/2
025. (2 fev) MUNIQUE [Munich, de Steven Spielberg. EUA, 2005.] ****
026. (3 fev) BOA NOITE, E BOA SORTE [Good Night, and Good Luck, de George Clooney. EUA, 2005.] ***1/2
027 (4 fev) WOLF CREEK - VIAGEM AO INFERNO [Wolf Creek, de Greg McLean. Austrália, 2005.] **1/2
028. (5 fev) O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN [Brokeback Mountain, de Ang Lee. EUA, 2005.] ***1/2
029. (6 fev) MEU PRIMO VINNY [My Counsin Vinny, de Jonathan Lynn. EUA, 1992.] ***
030. (6 fev) FRENESI [Frenzy, de Alfred Hitchcock. EUA, 1972.] ****1/2
031. (11 fev) /BARRADOS NO SHOPPING/ [Mallrats, de Kevin Smith. EUA, 1995.] **1/2
032. (12 fev) /PULP FICTION - TEMPO DE VIOLÊNCIA/ [idem, de Quentin Tarantino. EUA, 1995.] *****
033. (12 fev) JOHNNY & JUNE [Walk the Line, de James Mangold. EUA, 2005.] **1/2
034. (18 fev) A PANTERA COR-DE-ROSA [The Pink Panther, de Shawn Levy. EUA, 2006.] *1/2
035. (18 fev) /PONTO FINAL/ [Match Point, de Woody Allen. EUA, 2005.] ****1/2
036. (27 fev) REI DE NOVA YORK [King of New York, de Abel Ferrara. EUA, 1990.] ****1/2
037. (4 mar) CAPOTE [idem, de Bennet Miller. EUA, 2005.] ***1/2
038. (11 mar) O MATADOR [The Matador, de Richard Sheper. EUA, 2005.] ***
039. (12 mar) PARADISE NOW [idem, de Richard Sheper. Palestina, 2005.] **1/2
040. (20 mar) GAROTA DA VITRINE [Shopgirl, de Anand Tucker. EUA, 2005.] **1/2
041. (26 mar) O PLANO PERFEITO [Inside Man, de Spike Lee. EUA, 2005.] ***1/2
042. (4 abr) A ERA DO GELO 2 [Ice Age 2: The Meltdown, de Carlos Saldanha. EUA, 2006.] *1/2
043. (10 abr) IRMA VAP - O RETORNO [idem, de Carla Camurati. BRA, 2006.] *1/2
044. (18 abr) /PULP FICTION/ [idem, de Quentin Tarantino. EUA, 1992.] *****
045. (19 abr) /KILL BILL VOL. 1/ [idem, de Quentin Tarantino. EUA, 2004.] *****
046. (19 abr) /KILL BILL VOL. 2/ [idem, de Quentin Tarantino. EUA, 2004.] *****
047. (2 mai) O ALBERGUE [Hostel, de Eli Roth. EUA, 2005.] ***
048. (5 mai) CACHÉ [idem, de Michael Haneke. FRA/AUS, 2005.] **1/2
049. (8 mai) V DE VINGANÇA [V for Vendetta, de James Mc Teigue. EUA, 2006.] **
050. (10 mai) A LULA E A BALEIA [The Squid and the Whale, de Noah Baumbuch. EUA, 2005.] ***1/2
051. (11 mai) TRÊS ENTERROS [The Three Burials of Melquíades Estrada, de Tommy Lee Jones. EUA, 2005.] ***
052. (14 mai) MISSÃO: IMPOSSÍVEL III [Mission: impossible III, de J.J. Abrams EUA, 2006.] **
053. (17 mai) VINICIUS [idem, de Miguel Faria Jr. BRA, 2005.] **
054. (19 mai) O CÓDIGO DA VINCI [The Da Vinci Code, de Ron Howard. EUA, 2006.] *1/2
055. APENAS AMIGOS [Just Friends, de Roger Kumble . EUA, 2005.] *1/2
056. SEPARADOS PELO CASAMENTO [The Break-Up, de Payton Reed. EUA, 2006.] *
057. SEM DESTINO [Easy Rider, de Dennis Hopper. EUA, .] ***
058. UM DIA DE CÃO [Dog Day Afternoon, de Sidney Lumet. EUA, 1975.] ****
059. /A OUTRA HISTÓRIA AMERICANA/ [American History X, de Tony Kaye. EUA, 1998.] ***
060. A DAMA NA ÁGUA [Lady in the Water, de M. Night Shyamalan. EUA, 2006.] ****1/2
061. AMOR EM 5 TEMPOS [5x2, de François Ozon. França, 2005.] ***1/2
062. ZUZU ANGEL [idem, de Sergio Rezende. Brasil, 2006.] *1/2
063. LUZES DA CIDADE [City Lights, de Charles Cahplin. EUA, 1931.] *****
064. MONSIEUR VERDOUX [idem, de Charles Chaplin. EUA, 1947.] *****
065. /A DAMA NA ÁGUA/ [Lady in the Water, de M. Night Shyamalan. EUA, 2006.] ****1/2
066. MIAMI VICE [idem, de Michael Mann. EUA, 2006.] ***
067. A CASA DO LAGO [The Lake House, de Alejandro Agresti. EUA, 2006.] ***
068. SERPENTES À BORDO [Snakes on a Plane, de David. R. Ellis. EUA, 2006.] ***
FESTIVAL DO RIO 2006
069. SALVADOR [idem, de Manuel Huerga. Espanha, 2006.] **
070. ADMIRAÇÃO MÚTUA [Mutual Apreciation, de Andrew Bujalski. EUA, 2006.] ****
071. MAN PUSH CART [idem, de Ramin Bahari. EUA/Paquistão, 2005.] ***1/2
072. C.R.A.Z.Y - LOUCOS DE AMOR [C.R.A.Z.Y, de Jean-Marc Valeé. Canadá, 2005.] **1/2
073. A PONTE [The Bridge, de Eric Steel. EUA, 2005.] *1/2
074. FIND ME GUILTY [idem, de Sidney Lumet. EUA, 2005] ****1/2
075. BAMAKO [idem, de Abderrahmane Sissako. Mali/França, 2006.] ****
076. UM A UM [1:1, de Annete K. Olsen. Dinamarca, 2006.] **1/2
077. DEITE COMIGO [Lie With Me, de Clément Virgo. Canadá, 2005] *
078. HOMEM-FILME [Le FIlmeur, de Alain Cavalier. França, 2006.] ****
079. 3 NEEDLES [idem, de Thom Fitzgerald. Canadá. 2006.] *
080. /ADMIRAÇÃO MÚTUA/ [Mutual Apreciation, de Andrew Bujalski. EUA, 2006.] ****1/2
Alguns chamam de filosofia pop. Não sei nem me importo em como batizar. Protagonistas são jovens de futuro incerto e incertos de seu próprio futuro ("falam em ser feliz, mas ser feliz não é o que me interessa", diz um, em um dos momentos irresistíveis), e o filme nada mais é do que o dia-a-dia banal deles em Nova Iorque, elucubrando sobre os mais variados assuntos - nem sempre com coisas interessantes a dizer, mas invariavelmente de um modo que é tão desleixado quanto conquistador (como quem conversa com seus próprios pensamentos, desprovido de qualquer tipo de auto-censura, vergonha na cara ou alguma espécie de preocupação). Eu adorei esse filme e não posso declarar muito mais do que a auto-consciência de que meus motivos para fazê-lo são majoritariamente afetivos. Mas não apenas, porque realmente me impressiona a forma tão natural como Bujalski conduz a coisa toda. O efeito produzido é de que aquele universo distante na tela é algo plenamente palpável, está aqui do lado, filme e espectador coexistindo numa interação que é pura descontração, prazer, harmonia, seilá mais o quê. Mais uma linha e esse texto descamba sem retorno para a pieguice insuportável, então só deixando claro que eu e este pequeno filminho (literalmente - em formato, duração e como expressão carinhosa) em preto-e-branco estamos vivendo uma intensa e deliciosa relação de amor. E eu quero citar os diálogos e frases a mim mesmo até que se esgote toda a genialidade presente em cada sílaba pronunciada.
081. LA PERRERA [idem, de Manolo Nieto. Uruguai, 2006.] ***1/2
082. O AMIGO DA FAMÍLIA [L'amico di Famiglia, de Paolo Sorrentino. Itália, 2006] **
083. COMO FESTEJEI O FIM DO MUNDO [Cum mi-am petrecut sfarsitul lumii, de Catalin Mitulescu. Romênia, 2006.] ***1/2
084. TOTALMENTE PESSOAL [Sasvim licno, de Nedzag Begovic. Bósnia Herzegovina, 2004.] ***
085. FLANDRES [idem, de Bruno Dumont. França, 2006.] ***
086. A FÓRMULA DE PETER PAN [Piteopaeneui gongshik, de Chang-ho Cho. Coréia do Sul, 2005.] **1/2
087. GABRIELLE [idem, de Patrice Chéreau. França, 2005.] ***
088. DEZ CANOAS [Ten Canoes, de Rolf de Heer e Peter Djigirr. Austrália, 2006.] **
A idéia principal é estabelecer um paralelo entre as relações familiares nas comunidades primitivas (antes) e na nossa sociedade moderna (hoje), salientando a importância do contar histórias para a formação do Homem (os Aborígenes australianos, no filme, constroem seus valores a partir das histórias que ouvem dos mais velhos). Não faltam boas intenções, mas o resultado passa longe do satisfatório. A ingenuidade que é buscada o tempo todo, na maioria das vezes por meio de uma narração onisciente que é tortura para os ouvidos, nunca é atingida, soando sempre exageradamente forçada - na verdade o que há é uma confusão entre ingenuidade e infantilidade, cenas onde os Aborígenes peidam (é), ou simplesmente agem como tolos, revelam-se não mais que patéticas. Filme não desperta em mim sentimento algum, a não ser impaciência e irritação, essa última oriunda principalmente de um coadjuvante obcecado por mel que é teoricamente um alívio cômico fofinho. Meu conselho é ver e rever "A Dama na Água", de temática similiar e infinitamente mais bem sucedido em todas as suas (maiores) pretensões.
089. 12:08 EAST OF BUCHAREST [A fost sau n-a fost?, de Corneliu Porumboiu. Romênia, 2006.] ***1/2
090. CIDADÃO DUANE [Citizen Duane, de Michael Madbot. Canadá, 2006.] **
091. EL TOPO [idem, de Alejandro Jodorowsky. México, 1970.] **
Ocasionalmente divertido, definitivamente datado. Desculpa, mas não me impressionou.
092. THE HOST [Gwoemul, de Bong Joon-Ho. Coréia do Sul, 2006.] ****
FIM FESTIVAL DO RIO 2006
093. NAPOLEON DYNAMITE [idem, de Jared Hess. EUA, 2004.] ***
Passei o filme inteiro pensando que tudo era muito engraçado, mas soh ri, efetivamente, uma única vez. Conversei com outras pessoas que viram e parece que não fui o único a agir dessa forma. O filme provoca elogiável reacão esquisita no espectador, e de fato não se parece com nenhuma comédia que eu tenha visto ou ouvido falar alguma vez na vida.
094. ICHI, THE KILLER [Koroshiya 1, de Takahi Miike. Japão, 2001.] **1/2
095. ENIGMA DO PODER [New Rose Hotel, de Abel Ferrara. EUA, 1998.] **1/2
096. ANJOS CAíDOS [Duo luo tian shi, de Wong Kar Wai. Hong Kong, 1995.] *1/2
097. CLEAN [idem, de Oliver Assayas. França, 2004.] ***1/2
098. OS CHEFÕES [The Funeral, de Abel Ferrara. EUA, 1996.] ****1/2
099. BULLY [idem, de Larry Clark. EUA, 2002.] *
Ou ****, se eu tivesse coragem suficiente para encarar o filme como a comédia deslavada que durante a maior parte do tempo ele parece ser.
100. PLATAFORMA [Zhantai, de Jia Zhang Ke. China, 2000.] ****
101. GOSTO DE SANGUE [Blood Simple, dos irmãos Coen. EUA, 1984.] ***1/2
102. /JACKIE BROWN/ [idem, de Quentin Tarantino. EUA, 1998.] *****
103. DÁLIA NEGRA [The Black Dahlia, de Brian DePalma. EUA, 2006.] ****
103. O TEMPO QUE RESTA [Le Temps Qui Rest, de François Ozon. França, 2005.] ***
104. SOBRE CAFÉ E CIGARROS [Coffee and Cigarrettes, de Jim Jarmusch. EUA, 2005.] **1/2
105. HOMEM-URSO [Grizzly Man, de Werner Herzog. EUA, 2005.] ***1/2
106. A FLOR DO MEU SEGREDO [La Flor de Mi Secreto, de Pedro Almodóvar. Espanha, 1995.] ****
107. O DIABO VESTE PRADA [The Devil Wears Prada, de David Frankel. EUA, 2006.] **1/2
108. /DÁLIA NEGRA/ [The Black Dahlia, de Brian DePalma. EUA, 2006.] ****
109. PROIBIDO PROIBIR [idem, de Jorge Durán. Brasil/Chile, 2006.] **1/2
110. I DON´T WANT TO SLEEP ALONE [Hei yan quan, de Tsai Ming Liang. Taiwan/Malasia, 2006.] *1/2
111. O PRADO [Il Prato, de Paolo e Vittorio Taviani. Itália, 1979.] ****
112. FABRICANDO TOM ZÉ [idem, de Décio Matos Jr. Brasil, 2006.] **1/2
113. DONG [idem, de Jia Zhang Ke. Hong Kong, 2006.] ***
114. EL LABIRINTO DEL FAUNO [idem, de Guillermo del Toro. Espanha, 2006.] **1/2
115. A ÚLTIMA NOITE [A Prairie Home Companion, de Robert Altman. EUA, 2006.] ***1/2
116. O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS [idem, de Cao Hamburguer. Brasil, 2006.] ***1/2
posted by Guga 5:42 PM
117. OS INFILTRADOS [The Departed, de Martin Scorsese. EUA, 2006.] ***1/2
118. OS SEM-FLORESTA [Over The Hedge, de Tim Johnson e Karey Kirkpatrick. EUA, 2006.] ***
119. SYMPATHY FOR THE DEVIL [idem, de Jean-Luc Godard. EUA, 1969.] ***1/2
120. AMANTES [Love Streams, de John Cassavetes. EUA, 1980.] ****
121. 007 - CASSINO ROYALE [idem, de Martin Campbel. EUA, 2006.] **1/2
122. MUTAÇÃO [Mimic, de Guillermo Del Toro. EUA, 1997.] ***
123. /POR UN PUNHADO DE DÓLARES/ [Per un pugno di dollaro, de Sergio Leone. Itália, 1964.] ****
124. /POR UNS DÓLARES A MAIS/ [Per qualche dollaro in piú, de Sergio Leone. Itália, 1965.] ****
125. /TRÊS HOMENS EM CONFLITO/ [Il Buono, il Brutto, il cattivo, de Sergio Leone. Itália, 1966.] *****
126. /A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM/ [The Graduate, de Mike Nichols. EUA, 1967.] ****
127. O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS [The Holiday, de Nancy Meyers. EUA, 2006.] **1/2
128. /BONEQUINHA DE LUXO/ [Breakfest at Tiffany's, de Blake Edwards. EUA, 1961.] ****
129. JULES E JIM, UMA MULHER PARA DOIS [Jeles et Jim, de François Truffaut. França, 1962.] *****
130. /JULES E JIM, UMA MULHER PARA DOIS/ [Jeles et Jim, de François Truffaut. França, 1962.] *****
131. DOZE É DEMAIS 2 [Cheaper by the Dozen 2, de Adam Shankman. EUA, 2006.] **
posted by Guga 5:36 PM